Tuesday, 25 de January de 2022

Porto de Imbituba (SC) atinge marco histórico em movimentação de carga durante o ano de 2021

Porto de Imbituba atinge marco histórico em 2021 com movimentação de carga no setor portuário entre os portos do país, com destaque para granéis sólidos minerais e obras de infraestrutura

O Porto de Imbituba atingiu um marco histórico no ano de 2021 em relação à movimentação de carga no setor portuário entre os portos do país, com destaque para os granéis sólidos minerais e obras de infraestrutura

Durante esta última sexta-feira, (07/01), os representantes do Porto de Imbituba comentaram acerca da marca histórica batida de 6,5 milhões de toneladas de movimentação de carga durante o ano de 2021, um crescimento expressivo no setor portuário, com destaque para a exportação de granéis sólidos minerais e obras de infraestrutura, marcando assim sua presença entre os portos brasileiros.

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2021 finaliza com mais de 6,5 milhões de toneladas de cargas movimentadas no Porto de Imbituba

Os portos brasileiros estão obtendo resultados cada vez mais expressivos e o Porto de Imbituba foi um grande destaque no setor durante o ano de 2021, uma vez que o local atingiu a marca de 6,5 milhões de toneladas operadas de janeiro até a primeira quinzena de dezembro de 2021, consolidando assim um novo recorde histórico anual e crescimento de, pelo menos, 11% em relação ao ano anterior, e marcando sua presença no setor como um grande destaque no ano, com grandes investimentos em obras de infraestrutura no local. 

O diretor-presidente da SCPAR Porto de Imbituba, Fábio Riera, ressalta que os resultados obtidos durante o ano de 2021 foram frutos de muita colaboração e participação do setor na região para que isso acontecesse, destacando que “essa conquista é compartilhada por todos os colaboradores, empresas e órgãos de fiscalização e controle que integram a cadeia logística de Imbituba, buscando dia e noite a prestação de um serviço de qualidade e aproveitando as potencialidades do Porto e as oportunidades do mercado para gerar emprego, renda e desenvolvimento para a região”.

As principais cargas movimentadas no porto foram os granéis sólidos minerais, com expressiva liderança do coque de petróleo, representando cerca de 28% do volume total, seguido da cabotagem de contêineres, que de janeiro a novembro de 2021 se igualou ao total de 2020. Além disso, o sal e o minério de ferro também foram grandes destaques na movimentação de carga do porto.

Porto de Imbituba recebe melhorias na infraestrutura durante o ano de 2021 e impulsiona crescimento na movimentação de carga

O ano de 2021 foi bastante positivo para o setor portuário brasileiro e, principalmente, para o Porto de Imbituba, que bateu dois recordes mensais, sendo eles o primeiro, de 681,9 mil toneladas, em maio, e, o atual, de 717,8 mil toneladas, em julho. Além disso, o local também registrou um incremento de aproximadamente 12% nas atracações, com predomínio da importação sobre a exportação, se tornando ainda mais presente entre os portos brasileiros durante o ano de 2021.

Esses resultados são frutos de inúmeras ações voltadas para a infraestrutura portuária e a logística das operações, como por exemplo as obras da requalificação da área antigo Terminal Frigorífico (TERFRIO), área arrendável (Área 2 – A2) *de localização privilegiada,* próxima aos Cais 1 e 2.  O porto não parou por aí e, também durante o ano de 2021, dois novos armazéns de lona foram construídos pela iniciativa privada dentro do local, aumentando em 120 mil toneladas a capacidade de armazenagem estática e possibilitando novas operações que trouxeram grandes resultados para o porto, como mostraram os índices de crescimento do local.

O porto também conta agora com uma nova iluminação das vias internas, totalmente em LED e com cabeamento subterrâneo. Dessa forma, as obras de infraestrutura tornaram possível a expansão na movimentação de carga e os representantes do local estão otimistas para o ano de 2022.

Ruth Rodrigues
Formada em Ciências Biológicas pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), atua como redatora e divulgadora científica.