Tuesday, 30 de November de 2021

Após quase 40 dias atracado no dique seco para fazer reparos, navio Siem Helix I deixa Estaleiro Rio Grande

Por ajudar nos poços de petróleo, o navio Siem Helix I possui grande importância no setor portuário. Espera-se que o Estaleiro Rio Grande receba o Helix II

O Navio Siem Helix I é uma importante ferramenta para o setor portuário, uma vez que estimula a perfuração de poços de petróleo, passou um longo período no Estaleiro Rio Grande para que pudesse passar por reparos, revelou a Superintendência dos Portos do Rio Grande do Sul

Nessa última sexta-feira, (08/10), a Superintendência dos Portos do Rio Grande do Sul (Porto RS), informou publicamente que o navio Siem Helix I havia deixado o Estaleiro Rio Grande (ERG). Sua parada no local foi para ser realizado alguns reparos, antes que ele pudesse prosseguir com a sua rota. No período de sua estadia, foram realizados alguns retoques em sua pintura, adequação de sistemas e instalações, bem como, a concretização de outros serviços gerais. O navio torna-se notável devido ao seu tamanho. Dessa forma, a sua chega e saída do lugar em que estava atracado foi bastante visível, além de ser uma embarcação importante para o setor portuário.

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Qual a importância para o setor portuário do Rio Grande do Sul, que o navio Siem Helix I tenha sido atracado no Estaleiro Rio Grande?

Essa embarcação é de suma importância para estimular os poços de petróleo. Além disso, o navio Siem Helix I é bastante chamativo devido ao seu tamanho. De acordo com as informações do Portos RS, a embarcação de 36,8 metros de largura e 158,59 metros de comprimento, chegou no local no período da manhã, do dia 28 de agosto. E com todo esse tamanho, foi necessária toda uma estratégia para que ele pudesse voltar à ativa.

Já em relação à sua saída, foi necessário um planejamento prévio para que tudo viesse a sair conforme o planejado. Portanto, a embarcação começou a ser retirada do estaleiro na última quarta-feira, (06), no entanto, o procedimento só veio ser realizado após 24 horas, ou seja, na quinta-feira. Para que a mobilização tivesse início, o primeiro passo realizado foi a abertura da porta batel, um mecanismo que provoca a entrada de água dentro da estrutura. É através dessa abertura que os navios que constituem o setor portuário, voltam a flutuar após terem atracado em algum porto.

Com o navio Siem Helix I flutuando, foi necessário fazer algumas manobras para que pudesse sair do dique seco, no qual estava atracado, e fosse para o canal de acesso. A Barra é o mesmo local por onde saem outras embarcações, e etapa, fora realizada por volta das 15 horas.

“Esse foi o primeiro trabalho na área de reparação naval do complexo e ocorreu dentro do esperado. Uma experiência muito gratificante para todos. Esperamos que esse aprendizado sirva de lição e de exemplo para os próximos e que a gente melhore cada vez mais a prestação de serviço nessa área”, revelou Ricardo Ávila, diretor de operações do Estaleiro Rio Grande.

Ruth Rodrigues
Formada em Ciências Biológicas pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), atua como redatora e divulgadora científica.