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Portos do Paraná segue com monitoramento do ar e de ruídos em seus complexos portuários

fevereiro 19, 2022 às 8:10 pm
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A Portos do Paraná está cada vez mais investida no monitoramento do ar e de ruídos no Porto de Paranaguá e no Antonina, visando minimizar os impactos ambientais das operações nos complexos portuários
A Portos do Paraná está cada vez mais investida no monitoramento do ar e de ruídos no Porto de Paranaguá e no Antonina, visando minimizar os impactos ambientais das operações nos complexos portuários. Foto: José Fernando Ogura/ANPr

A Portos do Paraná está cada vez mais investida no monitoramento do ar e de ruídos no Porto de Paranaguá e no Antonina, visando minimizar os impactos ambientais das operações nos complexos portuários

Recentemente, a companhia Portos do Paraná comentou sobre os bons resultados do seu monitoramento do ar e de ruídos nos complexos portuários de sua administração. Assim, até esse sábado, (19/02), a empresa visa garantir a minimização dos impactos ambientais decorrentes das suas operações no Porto de Paranaguá e no de Antonina, tornando cada vez mais eficiente as atividades no setor portuário.

Veja também:

Monitoramento do ar e de ruídos no Porto de Paranaguá e no de Antonina continuam acontecendo pela companhia Portos do Paraná

A necessidade de manter a sustentabilidade e o compromisso ambiental dentro das operações no mercado global é cada vez mais crescente, principalmente dentro do setor portuário, em razão das operações envolvendo substâncias altamente poluentes. Assim, a Portos do Paraná vem fazendo um serviço de monitoramento do ar e de ruídos nos entornos do Porto de Paranaguá e de Antonina, como forma de garantir que as operações estejam acontecendo em conformidade com a agenda ambiental global

Dessa forma, o monitoramento do ar é feito pelo Programa de Gerenciamento de Emissões Atmosféricas e o monitoramento de ruídos se encaixa no Programa de Gerenciamento de Emissão de Ruídos, além de que ambos fazem parte do licenciamento ambiental de operação dos portos paranaenses, conduzido pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Com isso, a parceria entre a companhia e os órgãos públicos vem fazendo um ótimo trabalho no Porto de Paranaguá e no de Antonina em relação à sustentabilidade. 

Com isso, João Paulo Santana, diretor de Meio Ambiente da Portos do Paraná, comentou sobre o monitoramento e a questão dos impactos ambientais em ambos os complexos portuários e destacou que “Em Antonina, em todas as últimas medições os resultados revelam que os índices de qualidade do ar e de ruídos são predominantemente bons. Em Paranaguá, comemoramos que tanto no porto quanto nas áreas mais afastadas, mais próximas da cidade, os índices também são bons. Paralelamente, a equipe de Meio Ambiente dos Portos do Paraná mantém diálogo constante com os operadores portuários com o objetivo de estudar ações para melhorar ambos os índices”.

Portos do Paraná já vem realizando o monitoramento do ar e de ruídos nos seus complexos portuários há alguns anos

Para a realização do monitoramento do ar, são levados em consideração critérios como níveis de partículas totais em suspensão, partículas inaláveis, fumaça, dióxido de enxofre, monóxido de carbono, ozônio e dióxido de nitrogênio. Já para o monitoramento de ruídos,  é feito estudo de viabilidade técnico-financeira de alternativas para neutralização ou mitigação desses ruídos, visando garantir a minimização dos impactos ambientais causados por esses problemas, tanto em relação aos ruídos, quanto em relação à qualidade do ar, principalmente, para os trabalhadores dos complexos portuários. 

Assim, enquanto no Porto de Paranaguá, a qualidade do ar é monitorada mensalmente em 12 estações localizadas na área do Porto Organizado e no entorno, o monitoramento no Porto de Antonina ocorre a cada três meses, em três pontos. Já o monitoramento de ruídos é feito de forma mensal em Paranaguá, enquanto Antonina conta com esses estudos sendo feitos a cada trimestre que se passa. 

O compromisso da Portos do Paraná em relação aos impactos ambientais nas suas operações é cada vez mais forte e, somente no ano de 2021, as equipes fizeram mais de 500 medições da qualidade de fumaça expelida por caminhões e outras máquinas, além de terem dado continuidade ao monitoramento dos ruídos que acontecem nos complexos.

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